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Aplicativo Face Tune – Edite suas fotos facilmente

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Quem não gosta de tirar fotos ou selfies? Com o desenvolvimento do Instagram, estamos sempre buscando as melhores fotos e o Facetune é um aplicativo que pode ajudar nisso.Assim sendo, para ajudar você a entender mais sobre o Facetune, eu preparei o artigo de hoje sobre o assunto. Ficou interessado em saber mais? Então acompanhe comigo agora mesmo!

O que é o Facetune?

O Facetune é um aplicativo que, em tão pouco tempo, já se tornou um dos mais populares e baixados. Ocupa apenas 49,6 MB e é traduzido para vários idiomas, como espanhol, alemão, chinês, coreano, francês, inglês, italiano, japonês, português, russo e turco. 

O aplicativo é compatível com qualquer dispositivo que tenha o iOS 7 ou posterior instalado, para que possamos até aproveitá-lo em um iPhone 4. 

Então, se você está pensando em procurar uma poderosa ferramenta de edição de selfie, mas que não seja difícil de usar, o Facetune é a sua alternativa perfeita.

O que podemos retocar com o Facetune?

O Facetune tem uma série de seções dedicadas a quase todos os aspectos do nosso rosto, então as ferramentas são abordadas de acordo com a seguinte lista:

  • Sorriso: Você pode enfatizar seu sorriso, ampliá-lo ou refiná-lo, bem como dar aos seus dentes brilho e brancura naturais.
  • Pele: Suaviza e rejuvenesce sua pele, eliminando imperfeições temporárias, como espinhas e manchas, além de iluminar olheiras e melhorar o tom da cor da nossa pele.
  • Olhos: Você pode enfatizar seus olhos para obter uma aparência mais penetrante, mudar a cor dos nossos olhos e até mesmo remover o complicado efeito de “olho vermelho” das fotografias.
  • Cabelo: Seremos capazes de melhorar o tom do nosso cabelo, bem como adicionar mais e melhor volume de cabelo.
  • Estrutura facial: Refine suas linhas faciais, elevando as maçãs do rosto e as sobrancelhas, além de transformar seu rosto no de um alienígena de uma maneira divertida, entre outras funções.
  • Maquiagem: Aplique qualquer sombra de olho, adicione volume aos seus cílios e sobrancelhas, bem como aumente a intensidade da cor dos nossos lábios.
  • Melhorias fotográficas: Focar, melhorar a iluminação, adicionar efeitos, criar filtros e adicionar quadros são apenas algumas das muitas possibilidades do Facetune.
Rosto retocado no Facetune com pele suavizada
Aplicativo Facetune. Imagem: Google

É realmente tão bom em editar nossas fotos?

É certamente uma aplicação muito interessante. É verdade que pode parecer um pouco artificial e superficial editar nossas fotografias, mas isso já é do agrado de todos, já que o Facetune nos permitirá remover apenas uma espinha ou até mesmo retocar qualquer desvio do nosso nariz. 

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Em suma, o aplicativo recebeu uma classificação média de 4,5 estrelas, tanto na versão global quanto na atualização mais recente, algo a ser levado em conta em um mercado de aplicativos tão exigente. 

Assim sendo, é possível concluir que o Facetune é realmente um aplicativo muito interessante para quem deseja editar suas fotos de forma simples e fácil.

Gostou de saber mais sobre o Facetune? Então não deixe de acompanhar os demais artigos do blog, tenho muitas outras novidades para você!

Antes de decidir, confira estes pontos

  • Para onde vão suas imagens. Ferramentas com processamento na nuvem sobem a foto. Leia a política antes de enviar imagem de documento ou de criança.
  • Funciona sem internet. Editores que processam no próprio aparelho funcionam offline. Os que dependem de servidor, não — e enviam sua foto para fora.
  • Resolução do arquivo exportado. Alguns reduzem a imagem ao exportar sem assinatura. Se a foto for para impressão, esse item é decisivo.
  • Marca-d’água na versão gratuita. É a pegadinha mais comum: o app deixa editar de graça e carimba a logo na hora de salvar. Verifique antes de investir tempo.

O que esses aplicativos não fazem

Toda categoria tem um limite, e conhecer o desta aqui poupa tempo e dinheiro com quem promete além do que existe.

  • Nenhum aplicativo enxerga através de roupa ou de parede. O que existe é simulação — imagem gerada, não captada.
  • Filtro de beleza altera a imagem; não altera a pessoa. Vale lembrar disso ao comparar o resultado com uma foto sem edição.
  • Não recuperam detalhe que não existe no arquivo. Aumentar a resolução reconstrói pixels por estimativa — não revela informação perdida.
  • Recuperação de foto apagada só funciona sobre o que ainda não foi sobrescrito, e a chance cai a cada uso do aparelho.

Perguntas frequentes

Dá para recuperar foto apagada?

Se houver backup no Google Fotos ou no iCloud, sim. Sem backup, só se o espaço não tiver sido sobrescrito — e a chance cai rápido.

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A foto perde qualidade ao editar?

Cada exportação recomprime o arquivo. Edite uma vez e salve, em vez de salvar a cada ajuste.

Vale pagar a versão premium?

Vale se você edita com frequência e precisa de exportação em alta ou de remover a marca-d’água. Para uso ocasional, o gratuito resolve.

Editor gratuito é seguro?

Verifique as permissões pedidas. Um editor de fotos não precisa de acesso a contatos, mensagens ou microfone.

Minhas fotos vão para a nuvem?

Depende do aplicativo. Os que fazem tudo no aparelho funcionam offline; os que usam servidor enviam a imagem para fora.

Como tirar proveito de verdade

  1. Trabalhe sobre uma cópia. Duplique a imagem antes de editar. Bons aplicativos fazem isso sozinhos, mas conferir evita perder o original.
  2. Exporte na maior qualidade disponível. Se for imprimir, procure a opção de exportação em alta — algumas versões gratuitas reduzem sem avisar.
  3. Ajuste luz antes de aplicar filtro. Exposição, contraste e sombras primeiro; filtro depois. Na ordem inversa, o filtro amplifica o defeito.
  4. Salve uma vez só. Cada exportação recomprime o arquivo. Faça todos os ajustes e exporte no fim.

Erros comuns que custam caro

  • Aumentar a resolução esperando revelar detalhe — o programa estima pixels, não recupera informação.
  • Descobrir a marca-d’água só na hora de exportar, depois de meia hora de edição.
  • Conceder acesso a todas as fotos quando o app só precisa de uma.
  • Enviar foto de documento ou de criança para editor que processa na nuvem.

A alternativa que já vem no sistema

O editor da galeria do próprio celular já faz recorte, ajuste de luz, remoção de objeto e correção de perspectiva nas versões recentes do Android e do iPhone. Para ajuste rápido, resolve sem instalar nada e sem enviar a imagem para fora.

Como funciona o modelo de assinatura em aplicativo de foto

Editores de imagem para celular migraram quase todos para assinatura, e o desenho comercial é padronizado. Entender o padrão evita cobrança que ninguém esperava.

O formato típico tem três camadas. Uma versão gratuita, com um subconjunto de ferramentas e marca d’água na exportação. Um período de teste, geralmente de três a sete dias, que exige o cadastro do meio de pagamento logo no início. E a conversão automática em assinatura ao fim do teste, com cobrança recorrente semanal, mensal ou anual.

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Dois pontos merecem atenção:

  • A opção pré-selecionada na tela de compra costuma ser a mais cara por unidade de tempo. Assinatura semanal parece barata e, somada ao longo de um ano, custa muito mais que a anual.
  • O aviso de conversão aparece uma vez. Depois disso, a data de cobrança não fica visível dentro do aplicativo. Ela fica na loja.

Uma prática simples resolve: ao iniciar qualquer teste gratuito, crie um lembrete no calendário para um dia antes do fim. É o hábito que mais evita cobrança indesejada em aplicativos de foto, vídeo e edição.

Cancelar antes da cobrança, passo a passo

Desinstalar o aplicativo não cancela nada. A assinatura é um contrato com a loja, não com o aplicativo, e continua rodando com o programa apagado.

No Android: abra a Play Store, toque na sua foto de perfil, vá em Pagamentos e assinaturas, depois em Assinaturas. Selecione a assinatura e escolha Cancelar. Você continua com acesso até o fim do período já pago.

No iPhone: abra Ajustes, toque no seu nome no topo, entre em Assinaturas, selecione o aplicativo e toque em Cancelar assinatura. Também aqui o acesso segue até o fim do ciclo.

Duas armadilhas frequentes: assinar com uma conta de loja diferente da que você usa no dia a dia — nesse caso a assinatura não aparece na lista, e é preciso trocar de conta para encontrá-la; e assinar pelo site do desenvolvedor em vez de pela loja, situação em que o cancelamento é feito no próprio site.

Pedir reembolso

As duas lojas têm processo de reembolso. No Android, existe pedido automático em janela curta após a compra e análise caso a caso depois; no iPhone, o pedido é feito na página de comunicação de problema com a compra. Além disso, o Código de Defesa do Consumidor garante direito de arrependimento em sete dias em compras feitas fora do estabelecimento comercial, o que inclui aplicativos. Guarde o comprovante e faça o pedido pelos canais oficiais, nunca por site de terceiro.

Quanto dá para fazer sem assinar nada

Boa parte do resultado que as pessoas atribuem a aplicativos pagos vem de ajustes básicos, disponíveis de graça em qualquer editor e no próprio sistema:

  • Enquadramento e endireitar horizonte. O ajuste que mais melhora foto amadora, e é sempre gratuito.
  • Exposição e contraste. Foto subexposta parece de má qualidade mesmo estando nítida.
  • Temperatura de cor. Corrigir o amarelado da lâmpada muda mais a percepção de pele do que qualquer retoque.
  • Sombras e realces separados. Levantar sombra recupera detalhe em rosto contra a luz sem estourar o fundo.
  • Correção pontual de imperfeição. Vários editores gratuitos têm ferramenta de remoção de manchas, suficiente para o uso comum.

O que costuma ficar atrás da assinatura é o retoque avançado: reformar contorno de corpo e de rosto, trocar céu, remover objeto grande com preenchimento inteligente, exportar em resolução máxima e retirar marca d’água. Vale perguntar honestamente se o seu uso precisa disso.

O limite que separa retoque de distorção

Ferramentas de reformar corpo e rosto são as mais vendidas e as mais problemáticas. Alguns pontos técnicos que ajudam a não exagerar:

  • Deformar afeta o fundo. Afinar a cintura entorta a porta atrás da pessoa. Linha reta curvada é o denunciador mais fácil de identificar em foto editada.
  • Aumentar olhos muda a proporção do rosto inteiro. O cérebro percebe a desproporção mesmo sem localizar a causa.
  • Suavizar pele destrói textura. Se o cabelo tem fio e a pele não tem poro, a edição fica evidente.
  • Cada exportação em JPEG recomprime. Editar, salvar, reabrir e editar de novo cria manchas quadradas em áreas lisas. Faça tudo numa sessão e salve uma vez.

Fora da estética, existem contextos em que a edição gera problema concreto: foto de documento e cadastro com validação biométrica não aceita alteração; anúncio de produto ou serviço que sugere resultado que o produto não entrega é publicidade enganosa; e imagem editada de outra pessoa, publicada sem autorização, esbarra no direito de imagem previsto no artigo 20 do Código Civil.

Sinais de que o aplicativo é uma cópia

Editores populares atraem clones, e eles vivem justamente da confusão com o nome. Antes de instalar, confira:

  • O nome do desenvolvedor, comparado com o site oficial. O ícone e o título são copiados; a conta que publica, não.
  • Data de publicação e número de avaliações. Aplicativo recém-lançado com nota perfeita e comentários genéricos é sinal claro.
  • Permissões pedidas. Um editor de fotos precisa de acesso a imagens e, se tiver captura, à câmera. Não precisa de contatos, SMS, chamadas nem localização precisa.
  • Instalação fora da loja oficial. Arquivos de instalação avulsos de aplicativos pagos, distribuídos como versão “desbloqueada”, são um dos vetores mais comuns de malware em Android.
  • Publicidade agressiva. Anúncio em tela cheia a cada toque e redirecionamento para o navegador indicam aplicativo feito só para monetizar tráfego.

Vale ainda revisar periodicamente a lista de assinaturas ativas na loja. Aplicativos de edição instalados por curiosidade, usados duas vezes e esquecidos, são a origem mais comum de cobrança recorrente que ninguém consegue explicar na fatura.

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Rodrigo Pereira

Rodrigo Pereira

Rodrigo Pereira escreve sobre aplicativos e celulares desde 2021 e é o responsável editorial do Luxmobiles. Testa na prática os apps que recomenda, confere as informações nas lojas oficiais e revisa cada guia antes da publicação.